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02/10/2013

23/01/2013

Fantásticas ilusões de ótica na pintura e escultura do japonês Shintaro Ohata

Suas telas são lindas por conta própria, mas quando ele mistura pintura e escultura, cria ilusões de ótica que levam sua arte a um nível totalmente novo.
A escultura e a pintura se fundem com uma iluminação que não é real. As pessoas 3D em suas cenas parecem ser iluminadas pelas fontes de luz na pintura, que obviamente não existem.
Como ele faz isso? Ele usa os mesmos tons para aplicar mesma a iluminação das telas nas esculturas, criando um efeito atmosférico e ampliando a ilusão de iluminação na pintura em si.
Quando você as vê em close-up, eles parecem se misturar em uma única realidade. A tela se torna uma janela para outro mundo, porque a escultura quebra essa janela. Mesmo que seu trabalho não seja fotorrealista, o resultado final parece incrivelmente real.

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Fonte: www.gizmodo.com.br

22/03/2012

A Pintura Primitiva e Bela de Oscar Araripe

 

 

 

 

 

Quer mais? Dê uma espiada no belíssimo sítio: www.oscarararipe.com.br e acesse também os textos, reveladores da descoberta e do fazer da arte (Elilson José Batista).

24/11/2011

Flores Novíssimas

Revolução em Pintura é pintar um novo jarro de flores.
A Pintura é uma arte extremamente difícil que se deve fazer com muita facilidade.
Pretensiosa pretensão. Desvairada arte.
São apenas jarros de flores, de flores apenas. 
Síntese: Fazer de tudo, de tudo fazer, para depois só flores pintar.
Prefiro os jarros que não são flores, as flores de arte e a arte que cria as flores. Nada mais justo, nada melhor que uma “natureza morta”, bem vivida e pintada.
Falasse eu de flores. Mas não. Falo de borboletas. As flores não valem nada. Farfalhas, papalotes, papillons, mariposas, butterflies, borboletas são farfalas, papalotes, papillons, mariposas, butterflies. Psyche. Nada mais.
Olhai, amados senhores, estas novas toalhas de mesa. Vejam este vermelho de fogo, este dourado digno da tenda de Saladino. Este preto de pó preto, que mal vejo, e que é feito de osso cremado. Azul. Azul é obra do amarelo, grande senhor do Sol, o melhor amigo de meus ombros. Balas de Laranja. Lembrança, sabor. Infância, rosa-de-meninice. Frutas, flores nos quintais dos gozos repostos.
Receber com flores. Nada melhor.
Nada maior.
Olho o jardim do céu e pinto flores- flores são mais flores quando já não o são.
Pintor, ouso diser: - as cores não existem. Existe a arte e a arte faz a vida e a vida as cores. Sem vida não é cor; é tinta. Cores, tintas... Umas não existem, outras não valem nada.
Olhar a natureza, fechar os olhos, e pintar.
Por pintura na inteligência. Amo o talento que corrige a regra e a emoção.
A Pintura é o silêncio. Palavras podem vir depois, nunca antes, raramente durante. Maior que o silêncio da natureza só o silêncio de um bom quadro.
A linha é libertária; deve-se desenhar pintando. Tanto quanto a cor, a linha revela o pintor. Não sou moderno. Muito menos contemporâneo. Sou pessoal, fora do centro, talvez arcaico.
Pinto na Horizontal, num cavalete horizontal, bem perto da tela-, ando em volta da pintura, mas sem recear pisá-la. Preciso de um só pincel, algumas tintas e o Sol.
O verdadeiro dinheiro é a pintura. Status é ter e cuidar de um jardim. Quanto mais poesia, mais poder.
Veloz como a vida numa pintura.
Eu pinto flores para viver de cores e morrer alegre.


Flores VI - 0.65x1.00m

Flores Viçosas 2 =- 0.60x1.00m

Vaso VI-110x120m

Taca 2-110x120m

Flores XXX - 060x100m

Retrato Oscar Araripe
Oscar Araripe, pintor e escritor carioca

30/10/2011

Pintura fora da partitura


Fermata, termo italiano usado para designar o prolongamento de uma nota musical, foi incorporado pelos artistas plásticos Osgemeos como título desta exposição. Simboliza intervalos do pensamento sonoro ou, na experiência dos irmãos, momentos como aqueles em que desenham uma cachoeira e conseguem escutar o barulho das águas. A mostra conta com pinturas, obras interativas e uma escultura gigante, todas inéditas.
Mais conhecidos como grafiteiros, Gustavo e Otávio Pandolfo afirmam que a atividade artística os aproxima. “Quando estamos pintando, nos sentimos muito próximos, ficamos abertos e sensíveis um ao outro, ao ambiente, a tudo. Nos concentramos totalmente no que está sendo feito, prestamos atenção a tudo o que nos cerca. Entramos no nosso jardim.”

Onde: Museu Vale – Antiga Estação Pedro Nolasco, s/nº, Vila Velha (ES)
Quando: 28/10 a 12/2
Quanto: gratuito
Info.: (27) 3333-2484, www.museuvale.com


27/10/2011

Claude Monet: o Criador do Impressionismo

O termo impressionismo surgiu devido a um dos primeiros quadros de Monet, "Impressão, nascer do sol", quando de uma crítica feita ao quadro pelo pintor e escritor Louis Leroy: "Impressão, nascer do Sol” – eu bem o sabia! Pensava eu, justamente, se estou impressionado é porque há lá uma impressão. E que liberdade, que suavidade de pincel! Um papel de parede é mais elaborado que esta cena marinha."  A expressão foi usada originalmente de forma pejorativa, mas Monet e seus colegas adotaram o título, sabendo da revolução que estavam iniciando na pintura.
Os autores impressionistas não mais se preocupavam com os preceitos do Realismo ou da academia. A busca pelos elementos fundamentais de cada arte levou os pintores impressionistas a pesquisar a produção pictórica não mais interessados em temáticas nobres ou no retrato fiel da realidade, mas em ver o quadro como obra em si mesma. A luz e o movimento utilizando pinceladas soltas tornam-se o principal elemento da pintura, sendo que geralmente as telas eram pintadas ao ar livre para que o pintor pudesse capturar melhor as variações de cores da natureza.


Woman with a Parasol_Camille and Jean Monet_1875

Seine Basin with Argenteuil_ 1872

right section with Gustave Courbet_1865-66

Argenteuil_ 1875

Bridge over a Pond of Water Lilies_ 1899

Woman in a Garden_ 1867

Still-Life with Anemones_ 1885


18/10/2011

Manabu Mabe, o Samurai da Pintura no Brasil

Sobre o Mabe
Manabu Mabe chegou ao Brasil ainda criança e, com a família, foi pintar fileiras de pés de café na natureza indomada do interior paulista, no início do século XX, um trabalho árduo debaixo do sol tropical. Mas também chovia e, nos feriados, com os lápis crayon trazidos da escola primária do Japão, ele retratava a paisagem em papel ou em sacos de café. Adulto, Mabe vende o cafezal e instala-se em São Paulo decidido a viver de sua arte. Pinta natureza-morta, corpo humano e se deixa seduzir pelo cubismo, mas seu destino é ser o pioneiro do abstracionismo no Brasil. Sua obra é vista em exposições nacionais e internacionais e, na esteira do sucesso de crítica e público, chega o reconhecimento na forma de importantes premiações. O artista, uma figura radiante e positiva, sempre aberta às melhores influências, registrou o belo e o calor das cores brasileiras, adotando um estilo único chamado de pintura gestual, que mistura a caligrafia japonesa com manchas cromáticas.


Desenvolvimento, 1985
Desenvolvimento, 1985

Rei, 1993
Rei, 1993

Monólogo, 1977
Monólogo, 1977

Dream in september, 1983
Dream in september, 1983