Fonte: brazilwonders.tumblr.com
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05/03/2016
18/09/2015
10/06/2015
04/08/2014
O Rio antigo
Vista do tradicional bairro de Botafogo na década de 1910, quando havia
apenas casas térreas e sobrados. Ao fundo, o morro do Pão de Açúcar. Fonte: operamundi.uol.com.br.
28/01/2014
06/12/2013
"O Rio de Janeiro continua sendo..." - G. G.
Foto: Andy Cansdale
Foto: Rafael Maia
Foto: Marcelo Freire
Foto: Andreas Kunz
08/11/2013
08/06/2012
11/05/2012
25/02/2012
Vídeo tilt-shift faz Rio de Janeiro virar cidade em miniatura
Confira
este vídeo de seis minutos que captura a beleza do Rio de Janeiro: as praias, o
Cristo Redentor, o Pão de Açúcar e até mesmo o Carnaval na Sapucaí. Mas tem um
detalhe: tudo parece ser miniatura. Os prédios e morros parecem maquetes, e as
pessoas parecem bonecos. Só que tudo é bem real.
O vídeo é obra de
Jarbas Agnelli, fundador da produtora brasileira AD Studio, e Keith Loutit,
fotógrafo e cineasta australiano. Loutit é bastante conhecido por usar a
técnica tilt-shift, que captura a realidade como se fosse miniatura – nós já
mostramos dois de seus
vídeos por aqui. O Twitter da AD Studio conta que “em 5 dias, durante o carnaval de
2011, Keith e Jarbas capturaram 167.978 fotos” para criar este vídeo. A trilha
sonora foi feita por Jarbas, que “gravou em estúdio instrumentos de
orquestra imitando os ritmos de um samba enredo”.
E como o vídeo
transformou a Cidade Maravilhosa em miniatura? Usando fotografia tilt-shift,
uma técnica que requer uma lente especial: a lente consegue se inclinar
(“tilt”) e se deslocar (“shift”), movendo-se paralelamente ao plano da imagem.
Com a inclinação (tilt) você controla o foco da imagem, embaçando as partes
mais próximas e mais distantes da imagem – o que simula uma profundidade bem
rasa. Com o deslocamento (shift), você ajusta a perspectiva da imagem, fazendo
com que as coisas pareçam menores do que realmente são.
O ângulo pelo
qual as imagens são capturadas também ajuda a criar esta ilusão de miniatura,
fazendo você pensar que está vendo tudo de cima, como uma maquete numa mesa. E
aumentando-se o contraste, obtendo assim sombras mais profundas, você é
enganado ainda mais. Finalmente, o vídeo também usa a técnica de time-lapse – o
que deixa o movimento das pessoas menos fluido e mais espasmódico, dando a
impressão de ver bonecos se mexendo em stop-motion.
Fonte: www.gizmodo.com.br
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