Silêncio é uma palavra impossível.
Não corresponde a nenhuma realidade.
Não há silêncio no cosmos
nem em cada um de nós.
Numa sala sem eco,
entre sete paredes de cimento
isolante,
ouve-se ecoar a circulação
do nosso próprio sangue.
António Barahona, em Antologia Poética
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