Certa vez abalancei-me a um trabalho
intitulado “Preguiça”. Constava do título e duas belas colunas
em branco, com a minha assinatura no fim. Infelizmente não foi
aceito pelo supercilioso coordenador da página literária.
Já viram desconfiança igual?
Censurar uma página em branco é o
cúmulo da censura.
Mário Quintana, em Caderno H
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