Não
mais que de repente
os
erros se acumulam
e não
só a Babel das línguas
causam
estorvos para nos entendermos.
Há
uma grande rede, é certo,
que
contribuiu ademais na fissura do homem,
outrora
Homo Sapiens.
O pão
– básico repasto – se tornará digital
nos
bunkers dos bilionários.
Como
fechar os olhos a tudo isso?
Os
pastos solapados por cascos e botas
se
regenerarão? De quanta ganância e ouro
se
faz uma guerra? No fim, traças
e
baratas se confraternizarão. Muitos
esperam
a intervenção da deidade
nesse
caos de horrores da onipotência.
De
pulsos presos, voz arrancada, qual
o
caminho para a resistência?
E de
tantas pisaduras,
Fiar
no passado, antes do fogo?
Elilson José Batista, em Alumbramentos
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