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22/07/2017

A vida é este momento

Ensino que a vida jamais deveria ser modificada ou esmagada devido à promessa de outro tipo de vida futura. O imortal é esta vida, este momento. Não existe uma vida após a morte, uma meta para a qual esta aponta, um tribunal ou julgamento apocalíptico. Este momento existe para sempre e você sozinho é a plateia sua.”
Irvin D. Yalom, in Quando Nietzsche chorou

25/11/2016

O imortal é esta vida

Ensino que a vida jamais deveria ser modificada ou esmagada devido à promessa de outro tipo de vida futura. O imortal é esta vida, este momento. Não existe uma vida após a morte, uma meta para a qual esta aponta, um tribunal ou julgamento apocalíptico. Este momento existe para sempre e você sozinho é a plateia sua”.
Irvin D. Yalom, in Quando Nietzsche Chorou

07/07/2016

Às vezes, ser duro

Às vezes – respondeu Nietzsche -, os mestres precisam ser duros. As pessoas precisam receber uma mensagem dura porquanto a vida é dura e morrer é duro”.
Irvin D. Yalom, in Quando Nietzsche Chorou

01/08/2014

Para si

“... Jamais alguém fez algo totalmente para os outros. Todas as ações são autodirigidas, todo serviço é autosserviço, todo amor é amor-próprio.”
Irvin D. Yalom, in Quando Nietzsche chorou

10/12/2013

Amor-próprio

“... Jamais alguém fez algo totalmente para os outros. Todas as ações são autodirigidas, todo serviço é autosserviço, todo amor é amor-próprio.”
Fala de Nietzche, in Quando Nietzche chorou, de Irvin D. Yalom

02/12/2013

Escolhas

“O espírito de um homem se constrói a partir de suas escolhas.”
Irvin D. Yalom, in Quando Nietzche chorou

22/11/2013

Criamos Deus

“Atinge-se a verdade – continuou Nietzsche – através da descrença e do ceticismo, e não do desejo infantil de que algo seja de certa forma! O desejo de seu paciente de estar nas mãos de Deus não é verdade. É simplesmente um desejo infantil, e nada mais! É um desejo de não morrer, um desejo do eterno mamilo intumescido que rotulamos de ‘Deus’. A teoria da evolução demonstra cientificamente a redundância de Deus, embora o próprio Darwin não tivesse a coragem de levar as evidências até sua verdadeira conclusão. Certamente, o Senhor tem que entender que nós criamos Deus e que todos nós conjuntamente agora o matamos.”
Irvin D. Yalom, in Quando Nietzsche chorou

01/10/2013

Não trair a vida

“Não ensino, Josef, que se deva ‘suportar’ a morte ou ‘aceitá-la’. Isso seria trair a vida. Eis minha lição para você: Morra no momento certo!
Irvin D. Yalom, in Quando Nietzche chorou

31/08/2013

A vida é dura

“Às vezes – respondeu Nietzsche -, os mestres precisam ser duros. As pessoas precisam receber uma mensagem dura, porquanto a vida é dura e morrer é duro.”
Irvin D. Yalom, in Quando Nietzsche chorou

05/08/2013

Quanta verdade consigo suportar?

“- O senhor olhou os meus livros. Compreende que escrevo não porque seja inteligente ou erudito. Não, é porque tenho a ousadia, a propensão de me apartar do conforto, do rebanho e de encarar inclinações fortes e maléficas. Investigação e ciência começam pela descrença. No entanto, a descrença é inerentemente estressante! Só o forte consegue tolerá-la. Sabe qual é a verdadeira questão para um pensador? – Não esperou por uma resposta. – A verdadeira questão é: quanta verdade consigo suportar? Não é ocupação para aqueles de seus pacientes que desejam eliminar o estresse, viver uma vida tranquila.”
Irvin D. Yalom, in Quando Nietzche chorou

05/10/2012

Dono da própria morte

“Cada pessoa é dona da própria morte. E cada uma deveria encará-la conforme lhe aprouvesse. Talvez, apenas talvez, tenhamos algum direito de tirar a vida de um homem. Mas não temos nenhum direito de lhe tomar a morte. Isso não é conforto e, sim, crueldade.”
Fala de Nietzsche, in Quando Nietzsche chorou, de Irvin D. Yalom

14/06/2012

Este momento existe para sempre e você sozinho é a platéia sua


Sinopse do livro:
Josef Breuer, um dos pais da psicanálise, está prestes a se deparar com um grande desafio: tratar do filósofo Friedrich Nietzsche, atormentado por uma crise existencial e por uma depressão suicida. Mentor de Freud, Breuer, entretanto vive também um momento de angústia, obcecado pelas fantasias sexuais com Anna O., jovem de quem tratou com seu novo método terapêutico. o encontro destes dois homens extraordinários resulta numa profunda amizade, criada pela imaginação poderosa de Irvin D. Yalom, conhecido psiquiatra e escritor renomado. Tomando como pano de fundo a Viena do final do século XIX, ele constrói um romance apaixonante, em que realidade e ficção se misturam, assim como literatura, filosofia e psicanálise.

"- Josef, tente clarear a mente. Imagine esta experiência imaginária! E se algum demônio dissesse para você que esta vida, conforme a vive agora e a viveu no passado, terá que ser vivida novamente e inúmeras outras vezes; ela não terá nada de novo, mas cada dor e cada alegria e tudo de inefavelmente pequeno ou grande em sua vida retornará para você, tudo na mesma sucessão e sequência: mesmo este vento e aquelas árvores e esse xale esquivo, mesmo o túmulo e o medo, mesmo este momento tranquilo e você e eu, de braços dados, murmurando estas palavras? Imagine a eterna ampulheta da existência virada de cabeça para baixo novamente e novamente e novamente. A cada vez, também virados de cabeça para baixo estaremos eu e você, meras partículas que somos. É mais que uma fantasia, mais realmente que uma experiência imaginária. Escute apenas minhas palavras! Bloqueie todo o resto! Pense no infinito. Olhe antes de você; imagine que está olhando infinitamente para dentro do passado. O tempo se estende para trás por toda a eternidade. Ora, se o tempo se estende infinitamente para trás, tudo que pode acontecer já não deve ter acontecido? Tudo que se passa agora não deve ter acontecido desta forma antes? Tudo que anda aqui já não deve ter percorrido este caminho antes? E se tudo aconteceu antes na infinidade do tempo, o que você pensa, Josef, deste momento, de nossas confidências sob esta abóbada de árvores. Também isso já não deve ter ocorrido? E o tempo que se estende infinitamente para trás também não deverá se estender infinitamente para a frente? Nós neste momento, em cada momento, não deveremos retornar eternamente?
(...)
Breuer finalmente encontrou uma pergunta:
- Então, pelo que entendi, o eterno retorno promete uma forma de imortalidade?
- Não! - Nietzsche foi veemente. - Ensino que a vida jamais deveria ser modificada ou esmagada devido à promessa de outro tipo de vida futura. O imortal é esta vida, este momento. Não existe uma vida após a morte, uma meta para qual esta vida aponta, um tribunal ou um julgamento apocalíptico. Este momento existe para sempre e você sozinho é a plateia sua."
Trecho de Quando Nietzsche chorou, de Irvin D. Yalom