Que
nunca deixe de ser galhofeira,
que
nunca deixe de ser atrevida.
Que
as minhas cinzas, quando as tiveres, amigo,
e
ao oceano a deitares,
flutuem
nas espumas das ondas,
ainda
amando o movimento,
ainda
prontas, mais que tudo,
a
dançar ao mundo.
Mary Oliver, em The Selected Poems of Mary Oliver (versão de Pedro Belo Clara)
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